João Figueira

João Figueira é Doutor em Ciências da Comunicação pela Universidade de Coimbra, em cujo Departamento de Filosofia, Comunicação e Informação, da Faculdade de Letras foi professor de Jornalismo, até fevereiro de 2025, altura em que se jubilou.


Investigador no LabCom e no Observatório do Populismo do Século XXI, integra ainda o grupo de investigação no Observatório da Pesquisa Aplicada em Jornalismo no Brasil, e é ainda membro da Asociación de Historiadores de la Comunicación, além de formador na Associação Literacia para os Média e o Jornalismo.

Autor de vasta bibliografia publicada em Portugal, Brasil, Espanha e Reino Unido, o seu mais recente livro, Da incerteza como princípio: jornalismo, democracia, decadência da verdade (2023), é aquele onde leva mais longe as suas reflexões e análise sobre as questões contemporâneas da informação.

Dos vários livros de que é autor e coordenador, destacam-se os seguintes títulos: Os jornais como atores políticos; Jornalismo em liberdade; O essencial sobre a imprensa portuguesa: 1974-2010; 15 anos depois: a Imprensa portuguesa de Macau: 1999-2014; As fake news e a nova ordem (des)informativa na era da pós-verdade; e A corrupção política vista por jornalistas e políticos.


"Historia dos Média e do Jornalismo"; "Democracia, populismos e jornalismo; "Jornalismo e literatura"; e “Comunicação política” são áreas do seu interesse de estudo e pesquisa. Atualmente, está a concluir o seu próximo livro, cujo título provisório é: Censura e rebeldia na imprensa de Brasil e Portugal.

Antes de se ter dedicado, em 2006, em exclusivo à vida académica, foi jornalista durante mais de duas décadas, a maior parte das quais ao serviço do Diário de Notícias, onde desempenhou as funções de editor-adjunto ao longo de 14 anos.

Realizou trabalhos jornalísticos nos cinco continentes e conquistou vários prémios e distinções, de que sobressai o Prémio de Reportagem-Imprensa atribuído em 1999, pelo Clube Português de Imprensa, pelo conjunto de reportagens sobre o stress-pós-traumático de guerra. Em outubro de 2024, a equipa de pesquisa aplicada de que é co-coordenador conquistou o Prémio Adelmo Genro Filho, o mais prestigiado prémio académico de jornalismo, no Brasil.

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